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Rede Record, Games e a Manipulação.

Posted by bignfanboy on abril 25, 2011
Publicado em: Uncategorized. 2 comentários

Rede Record

Caro Diretor Nacional de Jornalismo da Rede Record.

Venho por meio desse post, manifestar, em nome de toda a comunidade gamer, o repúdio ao desserviço apresentado por vocês no periódico “Domingo Espetacular”, ao qual vocês afirmam ser uma “reportagem”.

Vamos começar definindo a palavra “reportagem”:

“A reportagem é um género jornalístico baseado no testemunho direto dos fatos.”

Baseado eu nessa simples definição, se conclui que o teor do que foi apresentado sequer pode ser considerado uma reportagem, pois seu conteúdo é tendencioso, impreciso e absolutamente iverídico.

Munido do meu remédio anti-vômito, me dispus a assistir a atrocidade exibida em rede nacional no dia ontem para catalogar a quantidade de inverdades e imprecisões proferidas pela sua equipe de jornalismo:

1. Não existe nada que comprove que jogos eletrônicos por si influenciem o comportamento violento. Muito pelo contrário; o escapismo desses jogos ajuda a diminuir o estresse do dia a dia, o que já foi comprovado por pesquisadores.

2. A maneira tendenciosa com a qual foram editadas as primeiras cenas da matéria, denota o quanto a reportagem tinha de sua função real de reportar algo, ou seja, nada. A única coisa que eu enxergo ao ver as imagens é que pessoas que não sabem do que estão falando tentam passar a sua opinião de algo que não se dispuseram a pesquisar (função do repórter passou longe…), para influenciar pessoas que não têm uma opinião formada a respeito a “assumir um lado”, o que a meu ver, o descaracteriza completamente como reportagem e assume o teor de lavagem cerebral.

3. A única coisa citada na reportagem que teve um leve teor de realidade, foi quando vocês disseram que o atirador tinha graves distúrbios mentais. Digo que o teor de realidade foi leve, pois vocês, convenientemente esqueceram de ressaltar o fato de o assassino ser um fanático religioso.

4. Mais uma contradição: como ele poderia viver isolado, mas mesmo assim, ter um colega? A falta de coerência é gritante! Sem falar no depoimento do entrevistado, que relata que ficou “assustado” com os jogos que Wellington possuía. Uma declaração que, sinceramente, não faz nenhum sentido. Vale ressaltar o quão vago é o discurso: “Falava aí tal, isso e aquilo”, “Jogos mais atuais”… O que isso acrescenta a discussão?

5. Nota-se o quão a sério vocês levam a indústria de jogos eletrônicos e quanto vocês estão cientes do que estão falando. Afinal, vocês se preocupam em creditar as imagens do filme “Clube da Luta” (Fight Club- Fox Home Entertainment), mas não têm o mesmo cuidado ao mostrar cenas de jogo que possuem os mesmo direitos autorais e de reprodução pública reservados.

6. Mais uma vez, o ataque gratuito ao que não é o foco do problema. Vocês se atentam ao fato do “Louco do cinema” jogar videogame, mas não atacam o fato de ele ter conseguido uma sub-metralhadora. Aliás, é possível obter uma dessas legalmente?

7. A palavra “adepto”, foi usada de forma descriminatória, como um indivíduo que é adepto ao uso de drogas, por exemplo.

8. Outra informação errada: “Jogos violentos e proibidos”. Os jogos tem classificação indicativa, ou seja, têm um alerta ao aos responsáveis do conteúdo que está contido no jogo em si. Isso NÃO os tornam proibidos. Vale lembrar um fato, poucos jogos tiveram proibição real de distribuição no Brasil. Cito alguns: Counter Strike (que teve a proibição revogada em 2009), Everquest (jogo que sequer foi lançado oficialmente em território nacional), Carmagedom, Doom (jogos que, apesar de possuir conteúdo violento e ter sua classificação etária voltada a maiores de idade, não tem nenhum nexo com a realidade. ou por acaso vocês vêem critaturas deformadas passeando pela rua?) e Bully, um jogo que teve sua classificação indicativa definida pelo Ministério da Justica para 14 anos, e mesmo depois da proibição, é facilmente encontrado em lojas que vendem produtos falsificados.

9. Mais uma agressão gratuita: “Pessoas com transtornos mentais que foram inspiradas pelos jogos”. Gostaria de saber onde está a realidade nessa afirmação. Ela apenas ofende a inteligência de pessoas que têm um mínimo de conhecimento do assunto que vocês estão erroneamente tratando.

10. A respeitável senhora que vocês nos apresentam como ‘Psicanalista”, dispara uma infinidade de boçalidades em pouco menos de um minuto de participação. Baseado no que ela diz isso? Ela fez Psicanálise baseado em mídias interativas? Onde estão os dados da pesquisa que ela realizou para chegar a sua brilhante conclusão de que jogos eletrônicos causam a mesma dependência de drogas ilícitas, como o crack?

11. Ofensa gratuita é algo rotineiro a vocês. Nesse trecho que estou, as vítimas são os pequenos e micro empresários do ramo de serviços de internet, ou “lan-houses”. Vocês os tratam como se fosse donos de uma boca de tráfico de drogas, ou donos de prostíbulos, ou de qualquer atividade ilícita que vier a sua cabeça nesse momento. Sinto pena desses profissionais que não têm como se defender dos ataques gratuitos que eles sofrem de entidades sujas como vocês, que não dão a mínima para o sustento da família desses cidadãos de bem.

12. Vale ressaltar o “exemplo” de pessoa que joga videogames que vocês entrevistam na Lan House. Claramente, uma pessoa que não tem capacidades intelectuais para representar toda a comunidade. Fala gírias e explica o que acontece no jogo, tão bem quanto o público desinformado e semi-analfabeto que tem mais identificação com seu canal explicaria.

“Caça nóis e nóis tem que caçá eles!”

13. “Os Games violentos, são simuladores quase reais, do que existe de PIOR no cotidiano”. Precisa comentar?

14. Mais um erro ridículo na condução do texto dessa lambança: A descrição do GTA. “… roubar um caro, roubar…”

15. Agora o pior. Couter Strike, segundo vocês, é um jogo “formado por um esquadrão de terroristas”. A descrição é tão verídica quanto a do “jornalista” do O Globo, que diz que em “Couter Strike e GTA, ganha-se mais pontos quando se atiram em idosos e crianças”.

Como se existissem idosos e crianças nos jogos em questão.
Como se não existisse o time “Couter Terrorist” em Counter Strike.

Em pouco menos de 6 minutos de reportagem, 15 tópicos levantados.
E sabe o que é engraçado? Vocês se apresentando a sociedade como os paladinos do bons costumes, mas logo após o término desse monte de lixo comandado pelo “Jornalista Credibilidade”, Paulo Henrique Amorim, vocês me exibem um filme muito interessante na Super Tela.

Mais uma vez, me dei ao trabalho de desperdiçar meu tempo precioso com vocês para admirar o conteúdo altamente educativo e construtivo da sua programação. Obviamente, essa programação que vocês nos dispõem, forma apenas cidadãos de bem, ao contrário dos nocivos e degeneradores videogames.

O filme se chamava “No Rastro da bala”.

Vou dar uma resumida nas cenas que eu assisti.

- Adulto aparece armado na frente de uma criança.
- Senhor de idade espanca uma prostituta, proferindo incontáveis palavrões. A prostituta revida, com a mesma linguagem inadequada. Tudo isso na frente de uma criança.
- Numa casa noturna com prostitutas nuas, um personagem que claramente não é o policial, põe a arma na cara do outro e alega que “ele é a lei”.
- Agora, o personagem principal do filme, agride verbal e fisicamente uma criança. De fato, um herói.
- O herói do filme, adentra uma casa onde temos quatro pessoas entre apostas ilegais, consumo de bebidas e drogas ilícitas. Ele põe uma arma na cabeça de um dos quatro e profere várias ameaças.
- Mais uma do nosso herói: como argumentar em uma discussão? Ateando fogo em quem discute comigo, é claro!
- Uma mulher mata um casal, que tinha prendido uma criança com um saco plástico amarrado na cabeça em um armário.
- A sequência final é uma sucessão de assassinatos e mutilações, em frente das crianças, obviamente.

Enfim, do mesmo jeito que os jornalistas de games não escrevem sobre o dia a dia da cidade, vocês não deveriam se atrever a escrever sobre games. Outra coisa, estamos no século XXI, qualquer adolescente que não têm contato com games hoje em dia é, de certo modo, fora do padrão.

Por isso, depois de todos esses indicativos de que a sua reportagem foi imprecisa, tendenciosa e enganosa, que, em nome de toda a comunidade gamer do Brasil, pedimos uma retratação por parte de sua equipe jornalística. Pois o que vocês fizeram foi apenas enganar e ludibriar, além de apresentar opiniões próprias, sem nenhuma pesquisa ao invés de apresentar os fatos.

Atenciosamente,

Rodolfo Brito.

Aiyra Games prepara para um jogo a ser lançado em 2012 na Live Arcade.

Posted by Adrianodl on fevereiro 22, 2011
Publicado em: Games e Tecnologia, News., Xbox 360. 1 comentário

As palestras disponíveis na Gamefest foram divididas em quatro modalidades: Track básico, Avançado, Conteúdo e indústria, onde no track básico qualquer pessoa poderia particiar sem ter medo de boiar ou ficar perdido, já que os assuntos tratados aqui não eram direcionados a um nicho específico de profissional, mas sim a qualquer gamer presente; no track avançado, somente os desenvolvedores se aventuravam a ir lá e discutir temas como incremento de performance em C++ usando paralelismo (e pra você que acha que programar é coisa de macho, saiba que haviam muitas GAROTAS nesta palestra); no track contéudo os artistas discutiam temas como evolução e criação de trilhas sonoras entre outros temas; por fim no track indústria os produtores trataram do crescimento do mercado de jogos no Brasil e da importância de se criar uma associação que represente este mercado nacional.

Uma das palestras do track básico foi dada por Adrian Laubish sócio da Aiyra Games que atualmente trabalha na produção de um jogo para Xbox Live Arcade chamado provisoriamente de “O Guardião”, tive a oportunidade de jogá-lo depois de terminada a palestra e digo que a mecânica do jogo é muito divertida, mas como ainda está em estágio beta ainda há muito trabalho a ser feito.

Foi confirmado pouco depois de encerrada a palestra que em 2012 esse jogo será lançado na XBOX Live Arcade, perguntei quando esse jogo será lançado na Live brasileira, simplesmente não há previsão, pois primeiro o jogo é lançado na Live Americana e só depois é submetido para a outras regiões e como tem passar pelo ministério da justiça, ainda vai demorar um pouco, contudo ouvi da parte de um funcionário do alto escalão da Microsoft que eles estão preparando um fim de ano recheado de lançamentos para a Live Brasil, vamos torcer para que muitos lançamentos aparecam no fim do ano, tanto dos jogos criados aqui quanto dos de fora.

Olá pessoal!

Posted by Adrianodl on fevereiro 20, 2011
Publicado em: Games e Tecnologia, News.. Deixe um comentário

O começo é algo sempre sem jeito, então vou direto ao ponto: como muitos por aí curto jogar videogames desde os tempos “áureos” da reserva de mercado onde não podíamos ter o console e os jogos oficiais, somente as “inovadoras” cópias nacionais eram vistas por aqui, quem não se lembra dos Telejogos da Philco e os Ataris da Polivox……. Pois bem, apenas copiar e não investir em pesquisa e desenvolvimento fez com que o Brasil mantivesse até hoje consoles de 20 anos atrás por ABSURDOS  R$ 200,00!!

Ainda bem que somos brasileiros e não desistimos nunca, se fossemos esperar pela boa vontade de nossos governantes, ainda estariamos jogando Sonic Adventure 2 e Crazy Taxi, sequer teríamos ideia que o playstation é um dos videogames mais vendidos da história, já que o último console vendido oficialmente no Brasil (antes dos esforços de muitas empresas nestes últimos anos) foi o Dreamcast, isso é claro se não fosse o “importabando”, caminho esse que teve um efeito colateral grave, a pirataria se tornou parte da cultura de muita gente e hoje é preciso concientizar a população que é possivel jogar pagando pouco, mas pagando por jogos originais e assim mantendo a indústria que cria jogos e por que não a indústria que gera empregos, mesmo no Brasil.

Hoje por exemplo foi um dia muito importante para nós que amamos jogar, pois hoje aconteceu em São Paulo a Gamefest 2011, evento voltado a desenvolvedores e estudantes que buscam trabalhar no setor; tive a oportunidade de falar com vários profissionais que hoje produzem jogos para o mercado externo, pois não podem  hoje publicar um jogo no próprio país devido a alta carga tributária que chega a 40% para o desenvolvedor vender o jogo aqui.

Falando em impostos, falei com o Moacyr Alves Jr, sim o atual presidente da ACIGAMES e foi muito esclarecedora a conversa, pois como muitos já sabiam ele CONFIRMOU que o projeto de lei PL300 não atendia em nada ao interesse de quem queria adquirir jogos com impostos reduzidos e que atualmente ele busca junto com a base governista (cof, Mercadante, cof) o apoio necessário para que sejam reajustados os impostos dos jogos, visando ainda assim incrementar a receita do governo por meio do aumento das vendas, já que o preço será muito mais atraente ao consumidor. Um dos desafios enfrentados pelo Moacyr é o fato que quando um político muda de cargo ele literamente muda de propostas também….. assim deputados que apoiavam o projeto ao mudar de cargo súbitamente perdem o interesse e desta forma o desafio se torna maior, porém mesmo no “hard” tenho certeza que achievement será conquistado se tornando uma imensa vitória para todos nós jogadoes, consumidores, amantes dos videogames de todo o Brasil e por que não da américa latina, ja que com o desenvolvimento do mercado brasileiro de jogos abre-se caminho para todo um mercado sulamericano.

Cara este post ficou looongo, então vou parar por agora, no próximo post, vou falar sobre as tecnologias apresentadas, os jogos dos nossos conterrâneos e outras surpresas que rolaram no evento, até lá.Preciso arrumar uma camêra melhor.....

Battlefield e CoD em conflito direto.

Posted by bignfanboy on fevereiro 4, 2011
Publicado em: PC, Playstation 3, Xbox 360. Deixe um comentário

Divulgação

Pela primeira vez na geração, as duas maiores franquias de FPS serão lançadas ao mesmo tempo.

O terceiro jogo da série, e um dos mais aguardados, vai ser lançado no outono de 2011 nos Estados Unidos, como foi confirmado pela EA.

O jogo vai ser mostrado na GDC no mês que vem e será lançado para PC, Playstation 3 e Xbox 360.

Mudança de diretriz no Owned Gamer.

Posted by bignfanboy on fevereiro 4, 2011
Publicado em: News.. Deixe um comentário

Isso mesmo galera, o seu futuro blog preferido de novidades e notícias de games está mudando de diretriz para se tornar mais profissional.

Isso não quer dizer que esse blog vai se tornar um macacão de Formula 1, ao menos por enquanto, hehe

A grande modificação do blog é no conteúdo. Passarei a postar notícias diárias, além de matérias especiais e os furos habituais que vocês já viram por aqui.

O mais legal é que os leitores fiéis terão uma boa fonte de notícias que já estarão filtradas pela relevância.

Isso é o início de um projeto que, além de trazer prêmios em um futuro que não está distante, também terá um podcast, que vai demorar um pouco mais.

Aguardem mais novidades.

Online Pass: Comemorar ou Questionar?

Posted by bignfanboy on outubro 22, 2010
Publicado em: Uncategorized. Deixe um comentário

Com o lançamento de Fifa 11, um assunto polêmico volta a ganhar corpo na indústria e nas comunidades. O Online Pass da EA, que foi implementado pela primeira vez no Tiger Woods PGA Tour 11.
Muitas pessoas questionam o fato de a EA (e outras publishers como a Ubisoft e THQ) ter adicionado uma nova regra para seus consumidores, você só joga online se:
1 – Você adquiriu seu jogo novo; 2 – Você comprou seu jogo usado (mais barato, e com lucro apenas para o revendedor e não para o desenvolvedor) e pagou uma taxa para ter acesso aos recursos online do seu jogo.

De fato, o mercado de usados nos Estados Unidos é um negócio muito lucrativo. Em 2009, em meio a recessão, a Gamestop foi uma das poucas empresas do mercado de games a registrar aumento nos lucros ao fim de seu ano fiscal. 30 % do seu faturamento veio de jogos usados. O impacto dessas vendas de usados nunca poderá ser quantificado exatamente, mas nota-se que é significativo. O produtor executivo da THQ, Cory Ledesma:

“Se os compradores de games usados estão chateados por não receberem o conjunto de recursos online, não tenho muita simpatia por eles, na verdade. (…) Estou sendo um pouco contundente, mas esperamos que isto não desaponte as pessoas. Esperamos que elas entendam que, quando um game é adquirido de segunda mão, nós somos trapaceados.”

Se por um lado, essa manobra da EA faz com que a empresa recupere uma parte do dinheiro perdido por conta das vendas de usados, por outro ele gera a revolta de muitos jogadores, que acusam a empresa de ser mercenária e oportunista.

Particularmente eu sou a favor do Online Pass, pelo fato de ser um valor relativamente pequeno (US$10), tão pequeno que, se você juntar esse valor ao valor que você pagou no jogo usado, o valor ainda é menor do que o do jogo novo, podendo chegar aos 60% de economia para o comprador. Outro motivo que me faz ser a favor do recurso é a quantidade de serviços e incentivos que ele pode gerar, uma vez que, diminuindo as perdas, abre-se uma margem interessante de capital para que os desenvolvedores adicionem incentivos para os que não compraram o jogo novo, mas querem jogar online. Expansões sem custo e updates periódicos de conteúdo entrariam nesse grupo de benefícios.

Dê a sua opinião.

THQ e o Brasil. Você se importa?

Posted by bignfanboy on junho 10, 2010
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Eu não.

Vendo a reação das pessoas a notícia de todo período pré-E3, de que a THQ afirmou o que todos sabem, eu digo uma coisa: THQ é igual a nada no mercado nacional( e no internacional também, quem sabe).

Falo com propriedade porque vejo o mercado de dentro. A única franquia que eles publicam que tem uma certa relevância é o UFC, a qual, na minha opinião, tem suas vendas prejudicadas no Brasil ( talvez no EUA também ), pela sua data de lançamento, sempre no mês de maio.

O brasileiro tem costume de comprar jogos de esportes anuais. Mas ele tende a comprar mais quando o jogo traz no seu nome o número equivalente ao próximo ano. Acho que isso também é tendencia nos EUA. E também acho que o F1 2010 será prejudicado nas vendas por esse fator no caso da Codemasters.

Já com a THQ, a única coisa que vende deles são jogos de licensas mesmo. A série Red Faction tem vendas vergonhosas aqui, infelizmente, pois achei “Guerrilla” muito legal,mas não tive tempo de terminar. Outra franquia deles que podia ser considerada forte é WWE.

A versão de 2009 vendeu que nem pão fresco, fato que até hoje eu não entendo muito bem, mas atribuo ao programa que passava na TV aberta (SBT). O WWE 2010 foi uma grande aposta na rede UZ Games e acabou se mostrando um fiasco total, muitas peças da primeira remessa ainda empoeiram nos estoques, próximo ao lançamento da versão 2011, que particularmente não me interesso em saber a data certa.

Se é positivo a THQ elogiar nosso mercado? Claro que sim, mas o que eu realmente gostaria era a presença mais efetiva de outras Publishers com mais relevância. Principalmente essas: Nintendo, Activision, 2K/Rockstar Games, EA, Konami, Capcom e Ubisoft.

Acho que hoje são as mais relevantes.

Porque?

Nintendo: A Latamel é apática e careira. Se a Nintendo resolvesse se mostrar efetivamente como publisher, não seríamos obrigados a pagar R$ 249,90 em um jogo da Nintendo é sacanagem, afinal, um jogo da M$ com capa e manual em português custa R$ 159,00.

Activision: Obiviamente é por causa de duas séries, Call of Duty e Guitar Hero. Se fosse possível comprar Call of Duty no lançamento por um preço mais acessível, garanto que o problemas da pirataria no Xbox 360 seria MUITO menor. Isso aliado a uma possível Live nacional seria de grande ajuda para o nosso mercado. Guitar Hero seria ótimo também, principalmente pela relevância da série aqui. Ainda se vende GH 5 com guitarra por quase R$ 500,00!!! Imaginem se custasse R$ 299,00 com guitarra no lançamento. Venderia muito bem.

2K/ Rockstar: Outro motivo óbvio. GTA é paixão nacional! Red Dead Redemption teve vendas muito sólidas até agora, principalmente na primeira semana em que o jogo ficou disponível, o que mostra que o brazuca curte jogos de mundo aberto, mesmo que ele não seja tão aberto assim. Acho que o R* no canto inferior esquerdo que pesa mais.

EA e Konami: Futebol. Fico imaginando as vezes: “Como seria incrível um Fifa/PES com a narração de um Galvão Bueno,de um Éder Luiz, de um Milton Leite, de um Silvio Luiz(“Perro” Gonzales Brasileiro)…” Um jogo de futiba 100 % direcionado ao nosso mercado seria algo épico no nosso mercado. A Konami já dá seus passinhos, tímidos vale ressaltar, porém visionários quando anuncia uma Libertadores da América aqui, uma promoção de PES 2010 a partir de R$ 59,90 ali. Enquanto isso. a série que se tornou mais vendida, Fifa, não demonstra querer ir pra esse lado. As vezes eu acho que essa promoção, apesar de aumentar consideravelmente as vendas de PES no Brasil, e apesar de ser benéfica para o consumidor, é ruim para a franquia PES em si. O próprio preço do jogo o deteriora. É muito fácil usar o argumento: ” Quer saber qual dos dois é melhor? Olha o preço: Enquanto um custa mais de R$ 200,00 o outro custa R$ 99,90…” E garanto pra vocês, o reinado de PES no Brasil está muito deteriorado. O jogo ainda vende, mas o Fifa… Agora com a EA o negócio é ainda mais sério. Quantas franquias relevantes eles têm além do Fifa? The Sims (o Brasil é a terceira maior comunidade de jogadores da franquia no mundo),Battlefield,Need for Speed, Fight Night, Dead Space, Dante’s Inferno… a lista é grande. Imaginem esses jogos com lançamento simultâneo e nacionalizado. Espero que a Warner Bros. Games cumpra o que prometeu.

Capcom: Resident Evil, Street Fighter e mais uma meia dúzia de franquias fortes e mais algumas médias/fracas. A Capcom é uma empresa de muita relevância no subconsciente do gamer brasileiro. A Synergex, distribuidora oficial faz um ótimo trabalho com a distribuição de jogos da Capcom no Brasil, principalmente com as datas. Mas ainda falta um fator: Preço. Franquias novas da Capcom, como Dark Void e Bionic Commando chagaram rápido ao Brasil, mas aposto que você também não notou, afinal, estava caro e você não quis ser a cobaia, nem seus amigos.

Ubusoft: Apesar de não ser a mais forte de todas, tem franquias de peso como Splinter Cell, Prince of Persia e Assassin’s Creed. Mas, apesar de estar presente no Brasil, inclusive como desenvolvedora, suas franquias ainda estão na mão de importadoras como NC Games e Synergex do Brasil. Não que isso seja ruim, afinal, os jogos chegam rápido. O problema é o preço praticado nesses jogos. Se fossem prensados no Brasil…

Enfim, vamos torcer por uma E3 mais brazuca do que em 2009, que teve muitas notícias boas, porém um tanto quanto vagas, dada a nossa situação atual.

E apenas pra constar: Comprem jogos de maneira oficial. Pois se não comprarem, nada que consta acima se concretizará.

Porque a vinda da Sony pode salvar o mercado do Brasil???

Posted by bignfanboy on março 25, 2010
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Porque a  vinda da Sony pode salvar o mercado do Brasil???

Muitos sabem que eu não sou particularmente um cara que goste da casa do Playstation..E com toda a polêmica (que eu ajudei a propagar, como você pode ver aqui.) sobre a vinda da Sony oficialmente para o mercado nacional e o conturbado lançamento da marca Playstation no Brasil, muita desconfiança passou a pairar os escritórios da Sony DADC e sobre os rumos que a marca tomaria no nosso mercado.
Jogos foram lançados, o saudoso Playstation 2 também, mas a atuação da Sony no Brasil ainda podia ser considerada tímida.Podia.Com o lançamento de God of War III no Brasil, começou um movimento que pode se configurar na “ressurgimento das cinzas” do mercado nacional.
Vendo o lançamento do lado de dentro eu posso garantir uma coisa para vocês, caros leitores, foi um sucesso!!!Eu nunca neguei o poder da marca PS no nosso país, mas pela primeira vez em minha curta carreira no mercado de games eu vi uma demanda tão alta por um jogo no Brasil, principalmente se for levado em conta o preço ( US$ 110~112), praticamente o dobro do praticado em países com carga tributária justa no que tange a software para consoles.
Na rede em que eu trabalho, o primeiro lote foi esgotado em apenas um dia e meio de vendas. O que o de cara já o torna um dos maiores lançamentos do mercado de games no Brasil atualmente, ainda mais levando em conta as outras tantas lojas que venderam o jogo distribuído oficialmente no território nacional.

Mas como Sony poderia resolver nosso problema?


Simples, eles apenas precisam se dar conta do poder da marca que têm em mãos.A Sony do Brasil nunca teve nenhuma referência real do quanto o lançamento da linha PS afetaria o nosso mercado de entrenimento eletrônico, mas esse lançamento com certeza poderá servir de argumento para que tenhamos cada vez mais investimento no nosso país.Se a Sony Brasil se der conta da influência que eles têm no consciente coletivo do jogador brazuca, podemos presenciar um interessante revival da parceria Nintendo/Gradiente com a saudosa Playtronic, com proporções muito maiores.
Hoje em dia, o apelo dos videogames é muito maior do que nos anos 90, e o brasileiro aos poucos deixa de lado a idéia de que se divertir em frente a um televisor apertando botões é coisa de criança. Tendo isso em vista, fica fácil afirmar que uma incursão mais incisiva das produtoras de hardware poderia trazer muitos benefícios para o bolsos, tanto dos consumidores quanto dos fabricantes. Mas, graças a nossa maravilhosa tributação, todos vêem com desconfiança o mercado nacional, por conta da baixa possibilidade de retorno que essas empresas encontram.

Uma virada da Sony Brasil poderia gerar uma cascata de investimento no mercado nacional, atraindo mais produtoras e consequentemente, mais lobistas para apoiar uma revisão nos impostos que atingem o mercado de consoles e jogos no nosso país.
O que nos resta nesse momento é torcer para que o mercado continue crescendo e que a  o público responda de forma mais enérgica aos lançamentos, indo às lojas e adquirindo produtos de forma oficial.

Novos Kits Oficiais Xbox 360 no Brasil!!!

Posted by bignfanboy on janeiro 27, 2010
Publicado em: Uncategorized. 1 comentário

Sim tetas…

Em breve a M$ Brasil anunciará novos Kits oficiais…
Provavelmente para concorrer com um iminente lançamento do PS3 nacional.

Os que eu fiquei sabendo por enquanto são:

- KIT Brasil Arcade com Banjo Kazooie e Fable II: R$ 1249,00
- KIT Brasil Elite com Banjo Kazooie e Fable II mR$ 1999,00
Obs.: Ainda não sei se esse “Elite Brasil será o de 120 HDD ou 250 HDD.
Obs.: Eu ainda não sei o dia específico que isso entrará em vigor…

Posted by bignfanboy on janeiro 13, 2010
Publicado em: Games e Tecnologia. 3 comentários

O Natal em uma loja de Games no Brasil.

O Natal passou, 2010 chegou, e tudo o que você vê em fóruns, sites especializados e blogs, quando o assunto é games, são os relatórios de vendas do exterior. Principalmente Japão e Estados Unidos.

Mas e o Brasil?
Como é uma loja de Games no Brasil no natal?
O que vende mais?
O que é mais procurado?
Que tipo de público frequenta?

São muitas questões que refletem o quanto o Gamer brasileiro não sabe sobre o prórpio mercado.

Então, vamos aos fatos:

1. O Delay diminuiu!!!

Todos sabemos que nosso mercado de games tem um enorme atraso aos mercados de games que já estão bem desenvolvidos. Mas, no meu segundo natal em uma loja de ponta, deu pra notar uma coisa, o tal do delay em ralação aos outros mercados tem diminuido drasticamente nos ultimos 15/20 meses.
O Nintendo Wii,que tem sido “O Videogame” do natal na gringa, finalmente começou a deslanchar no Brasil, a ponto de escacear em todas as lojas da rede em que eu trabalho, e pelo o que eu soube, muitas das redes como Saraiva, Fnac e Americanas esgotaram seus estoques também. Muito disso se deve ao sucesso já esperado de New Super Mario Bros.Wii, que também teve vendas bem expressivas.
Isso, mostra que,apesar do crescimento do mercado, a Latamel ainda não tem o empreendedorismo ou a ousadia suficientes para transformar o mercado brasileiro no maior da América Latina, pois, do meu ponto de vista, algo entre 5 e 10 mil unidades do console bastariam pra abastecer o mercado pro natal. O mesmo aconteceu com o Nintendo DS/DSi que desapareceu das prateleiras antes mesmo de dezembro e até hoje não voltou. Mais um ponto negativo para a Latamel.

2.  Microsoft não ficou para trás!

Das empresas de games que estão no Brasil, a única que podemos dizer que fez bem a lição de casa foi a Microsoft.
Isso deve ao corte de preço do Xbox 360,que veio numa hora muito oportuna, e ainda, com prazo definido, ajudou a aumentar os argumentos de venda do aparelho, que por si só já é uma ótima compra, tendo em vista a garantia nacional e o suporte que a Microsft Games tem dado ao Brasil desde que entrou no mercado, dando mais tranquilidade ao cliente que quer entrar na nova geração, mas não está afim de jogar dinheiro fora. A unica bola fora da MS, ainda é a falta da Live oficialmente no Brasil, já que o maior trunfo do Xbox 360 é justamente a sua rede online, que pode ser considerada uma das maiores redes sociais do mundo. Outro ponto importante é que,ao contrário dos demais, o Xbox 360 ficou disponível durante todo o período do natal, mesmo sendo um dos aparelhos mais vendidos.

3. Sony Brasil?Quem?
A Sony tentou,mas não conseguiu diminuir a péssima imagem deixada por conta das últimas ‘pataquadas’ anunciadas pelo seu deparatamento de marketing(se é que eles tem um).
Afinal, a vinda do Playstation oficialmente para o Brasil foi cercada de enganos, trapalhadas e piadas de blogs estrangeiros, que deram um “Happy New Year-2000!” para o Brasil.
O fato é que o preço absurdo do PS2 fez com que todas as principais redes de varejo, não aderissem de imediato ao Playstation brazuca. Em compensação, a Sony tomou uma medida bastante eficiente para vender seus jogos em dezemdro.
Afinal, Uncharted 2 por R$ 199,00 e God of War: Collection por R$ 159,00 são preços que, apesar de estarem longe do ideal, são bons o suficiente para esgotar os estoques e anular os importados, que custam de 30% a 50% mais.
Vale lembrar que o acabamento das capas dos jogos da Sony no Brasil deixaram muito a desejar.Todas tinham acabamento desbotado nas ilustrações,localização que sequer dá pra chamar de parcial e plástico de má qualidade nas capas.
Mas quem liga? Num tá mais barato?
Muita gente achou que tava bom.

Nem tudo são flores.

O mercado tem crescido bastante nos últimos anos(a loja que eu trabalho, só não dobrou o faturamento do ano passado por falta de mercadoria, principalmente Wii e DSi),mas em compensação, o consumidor comum não.
Muito se via de clientes que acreditam em propagandas enganosas veiculadas na TV aberta(logo mais preparo uma outra matéria sobre isso, por enquanto estou apenas reunindo conteúdo), que fazem você pensar que a situação do mercado está uma verdadeira bagunça. Não que eles não desconfiem, é apenas a boa e velha inversão de valores que o brasileiro adora. Se um produto vale pouco, por exemplo, uma camiseta de uma loja de surf,é legal pagar muito… Mas um produto eletrônico, por mais útil que seja, tem ser o mais barato quanto possível, mesmo que pra isso ele venha sem garantia, caixa, manuais, periféricos essencias para o seu funcionamento(controles,carregadores), enfim, o importante é economizar, mesmo que você tenha que pagar a parte por tudo depois.

Maldita carga tributária!!!

O impostos continuam sendo os principais vilões do nosso mercado. Muitos jogos que poderiam ter um preço razoável para facilitar a vida do Gamer brasileiro, chegaram no Brasil com preços absurdos. Por exemplo: Fifa 2010 era encontrado por R$ 259,90! Um preço muito alto para um jogo. Mas nós sabemos que boa parte desse preço se deve a obscena carga tributária exercida pelo nosso maravilhoso governo, que insiste em achar que Videogame é coisa de rico. Fica a dica pra quem ler e for capaz de ajudar pra que esse triste quadro mude.

Ainda há esperança…

Apesar de muitos pontos negativos, o saldo do Natal 2009 para o mercado de games do Brasil foi bastante positivo.
Muito mais pessoas tiveram acesso a informação e passaram a procurar lojas oficiais, o que ajuda no cresimento do nosso mercado e na qualidade dos produtos que o cliente adquire.

Futuro

Em breve a Sony lançará o Playstation 2 fabricado na Zona Franca de Manaus, e fontes relevantes me afirmaram que o preço inicial desse aparelho fabricado aqui, ficará em torno de R$399,00, o que não é um preço espetacular,mas já é bem melhor do que os atuais R$ 799,00 praticados pela Sonystyle.
Fica agora a torcida para que a MIcrosoft mantenha a boa estratégia de 2009 e que a Latamel não faça mais nenhuma burrada, deixando faltar aparelhos, jogos e acessórios em 2010.

Vamos torcer por um 2010 cheio de Games!

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